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Clima seco é inimigo da saúde e do bem-estar

Quarta-feira 20/07/2011



Aparelho respiratório, pele e cabelos podem sofrer com a baixa umidade do ar


POR CLARISSA MELLO

Rio - Que a mudança de tempo é o melhor amigo do resfriado, a maioria já sabe. O que muitos não têm conhecimento é que o clima seco também é um vilão para a saúde. A previsão do tempo para este fim de semana é justamente de ar seco. Segundo especialistas, pele, cabelos e o aparelho respiratório podem sofrer — principalmente por causa dos baixos índices de umidade relativa do ar.

“Se está sol e entra uma frente fria, com chuvas, aumenta a incidência de fungos e ácaros no ar, o que favorece o aparecimento de alergias. Além disso, a mudança brusca de temperatura causa uma baixa no sistema imunológico e a pessoa fica mais suscetível a gripes e resfriados”, explica o coordenador do projeto Brasil Sem Alergia, Marcello Bossois.

Por outro lado, segundo o especialista, quando as chuvas dão lugar ao sol no inverno, a incidência de fungos diminui. Entretanto, outro problema surge: a baixa umidade do ar, que resseca a mucosa nasal. “Quando o ar entra ao respirarmos, a umidade natural da mucosa passa para este ar seco. A mucosa necessita de umidade para funcionar corretamente. Ressecada, ela sofre irritações. Por isso é importante umidificá-la com soro fisiológico ao menos uma vez ao dia”, ensina.

A dermatologista Luciana Labouriau lembra que é preciso cuidar da pele e dos lábios. “A boca fica queimada se não houver cuidados. O maior erro é passar a língua achando que hidrata. A saliva é acida, pode piorar o quadro”, diz.

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Lavar as mãos é o melhor remédio

Sexta-feira 16/07/2010

Os brasileiros não abrem mão de tomar banho até mais de duas vezes por dia, mas derrapam quando se trata da higiene das mãos. Uma pesquisa constatou que 53% da população brasileira não sabe da existência dos germes (bactérias, fungos ou vírus), micro-organismos que existem em grande quantidade dentro das casas e, transmitidos pelo contato das mãos, podem provocar doenças infecciosas que vão de gripes e diarreia a tuberculose e cólera.

Outros 7% dos brasileiros sabem da existência dos germes, mas não mostram preocupação. Já 23%, apesar de preocupados, não tomam providências para eliminar germes e bactérias. O levantamento foi feito em 2009 pela TNS Global Market Research, a pedido de uma empresa do setor de higiene pessoal, e mostra que 80% dos brasileiros ainda precisam aprender a se defender destes micro-organismos.

Mão limpa - “O brasileiro toma muito banho, mas não conhece bactérias e vírus e nem tem o hábito de se preocupar com isso”, avalia o pediatra Eitan Berezin, presidente do Comitê de Doenças Infecciosas da Sociedade Brasileira de Pediatria. Segundo ele, a boa higiene das mãos é uma medida de prevenção ainda mais importante do que vacinas e remédios. “As doenças infecciosas desaparecem à medida que a higiene melhora”, diz ele.
O especialista alerta que vírus sobrevivem em superfícies durante horas, o que demanda maior preocupação com ambientes dentro de casa. Em toalhas, por exemplo, o vírus sobrevive por oito a doze horas. Já nas mãos, ele pode viver por duas horas. “Ao não lavar as mãos após tossir e espirrar, as pessoas podem contaminar objetos, que se tornam infectantes”, explica.

O pediatra defende que as crianças tenham contato com superfícies contaminadas, mas que não descuidem de alguns cuidados básicos. “Elas podem sim brincar na terra, precisam disso. Mas depois é preciso lavar bem as mãos. Ter uma higiene boa não significa fazer a criança brincar apenas no cimento”, aponta o especialista.

Limpeza da casa é reprovada em teste - Rejuntes de banheiros e a parte interna dos refrigeradores são altamente contaminados com bactérias e bolores. A constatação é do estudo “Verdades Sobre a Higiene Doméstica” 2010, feito pelo Hygiene Council, conselho formado por especialistas internacionais em saúde que buscam orientar as pessoas sobre a necessidade de boas práticas para evitar a disseminação de infecções.
O estudo envolveu cerca de 180 famílias do Reino Unido, EUA, Alemanha, Canadá, África do Sul, Arábia Saudita, Malásia, Austrália e Índia.

De acordo com a pesquisa internacional, 70% dos rejuntes dos banheiros falharam em testes bacterianos. A concentração destes micro-organismos pode causar ou intensificar doenças respiratórias e alergias.

O segundo pior resultado foi verificado nos refrigeradores — 46% deles tinham contaminação bacteriana e 44% acumulavam bolores. Panos de cozinha também mostraram altos níveis de contaminação bacteriana em 36% das casas. Já os cabos de chaleiras estavam mais sujos do que teclados de computadores (22% contra 19%). A superfície mais limpa testada foi o carrinho de bebê — apenas 6% falharam nos testes de limpeza.


Fonte: Diário de S. Paulo
Autor: Aline Mustafa

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Cuidados durante a estação do inverno

Quinta-feira 24/06/2010

O inverno brasileiro começou segunda-feira (21/06) e com ele temos dias mais gelados e secos. Essa mudança de temperatura é um prato cheio para o surgimento da gripe e alergias, além de outros problemas como ressecamento da pele e dores nos ossos já fraturados. Segue algumas orientações de prevenções e alguns cuidados a serem tomados para se evitar maiores transtornos.

GRIPE
No caso da gripe, por exemplo, é comum que ela ocorra mais de uma vez durante o inverno. Isso é resultado de contato com indivíduos que têm o vírus. Com isto, a forma com maior eficácia de se prevenir, já que nem sempre é possível ficar longe de pessoas gripadas é tomar a vacina contra a gripe. Assim é recomendado que todas as pessoas tomem a vacina, sobretudo gestantes, idosos e pessoas com doenças de base como doenças de rim, pulmão e coração, uma vez que para este grupo de pessoas as conseqüências são mais graves.

Medidas de higiene básica também auxiliam consideravelmente na prevenção da gripe, como lavar sempre as mãos e evitar levá-las ao nariz e à boca quando estiverem em lugares com grandes aglomerações.

DOENÇAS RESPIRATÓRIAS
Outra questão é que durante o inverno ocorre a inversão térmica, aumentando o número de poluentes no ar, que favorece crises de renite e asma.

Pessoas com Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica, que diminui a capacidade respiratória, também apresentam pioras nesses dias, geralmente mais secos.

Para os dias de umidade mais baixa, inferior a 40%, a dica é tomar muita água, usar um umidificador de ar e usar soro fisiológico na região dos olhos e do nariz. Para quem tem o hábito de praticar exercícios físicos em locais abertos recomenda-se um rigoroso processo de hidratação/reidratação, já que esta prática é caracterizada pela perda excessiva de líquidos.

Há também a necessidade de manutenção dos aparelhos de ar-condicionado, tanto de carros como de ambientes fechados, pois são um reduto que favorece acúmulo de poeira, bactérias e fungos, que podem causar/agravar sérios distúrbios respiratórios, por exemplo uma renite alérgica.

CUIDADOS COM A PELE E COM AS ARTICULAÇÕES
Durante o inverno a pele tem uma tendência a ficar mais ressecada por causa da baixa umidade do ar. Para evitar que ela perca a umidade de sua superfície é recomendado usar água morna e fazer banhos menos demorados. É recomendado pelos dermatologistas o uso de sabonetes de glicerina ou infantis, que são menos agressivos à pele, além de manter o uso do protetor solar no inverno, salientando que com o frio não significará que estaremos protegidos do malefício causado à pele pela incidência dos raios solares, tornando assim, indispensável o uso de protetor solar, principalmente em passeios a céu aberto.

Com a mudança de temperatura, principalmente nos dias mais frios, as pessoas podem sentir dores em ossos onde já sofreram alguma fratura. Isso ocorre porque existe uma alteração na pressão atmosférica quando o clima muda.

Quando o osso quebra, ele sofre uma remodelação óssea, onde ocorre um processo inflamatório que pode durar de um a quatro anos, dependendo da fratura. Quando há alteração na pressão atmosférica, há aumento do fluxo sanguíneo nessa região, causando dor. Para abrandar essas dores a pessoa pode fazer uso de um analgésico comum, gelo de duas a três vezes ao dia, por no máximo 15 minutos, nos joelhos e cotovelos, e usar calor local se tiver algum espasmo muscular para relaxamento do músculo.

A equipe da Drogaria Souza acredita estar colaborando com uma vida mais saudável a todos moradores de nossa comunidade e região com estas simples dicas e recomendações de hábitos e cuidados que favorecem a saúde nesta estação do ano, que apesar de nos limitar em algumas instancias “nos permite” viver de forma mais profunda nossos laços de amizade bem como aprofundar nossa convivência familiar. Aproveitamos a ocasião para nos colocar à disposição para bem servi-los quando precisarem!

Por: Jônadas Pires de Souza CRF-GO 7131
Fonte: Conselho Federal de Farmácia

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