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Cinco dicas rápidas para ganhar massa muscular

Terça-feira 10/01/2012

Algumas dicas básicas e avançadas para você colocar o seu corpo em estado anabólico constante.



1 – Dar atenção a parte negativa do exercício


A maioria das pessoas só dão atenção a parte concêntrica do exercício, onde você contraí o músculo(levanta o peso), mas na faze negativa(quando você volta o peso na fase inicial) geralmente as pessoas tem o costume de largar o peso, ou porque a carga está muito elevada ou porque não sabem a importância da parte negativa do exercício. O que é a principal fase para atingir a hipertrofia.


2 – Coma Peixe


Isso mesmo, a carne de peixe contem uma grande quantia de gordura boa, salmão é um exemplo. Você já deve ter ouvido falar de Omega-3. Essa gordura faz com que o músculo fique mais sensivel a insulina, ou seja, ela facilita o transporte de glicogênio e amino acidos para dentro do músculo.


3 – Aumente a ingestão de sódio

É isso mesmo que você leu. Sódio é um mineral muito importante para o crescimento muscular. Porém é conhecido e tem uma má reputação pois a ingestão gera retenção de água, é o terror de todo fisiculturista perto de competição. O lado bom é que a ingestão de sódio ajuda na absorção de carboidratos e aminoácidos e também deixa o músculo mais sensível a insulina.


4 – Corte todos os aeróbicos


Exercícios aeróbicos são um detrimento no ganho de massa muscular. Aeróbicos interferem no ganho de força, na recuperação enquanto queima o nosso valioso glicogênio e aminoácidos da cadeia ramificada em nossos músculos. Faça uma escolha, fique magro ou ganhe massa muscular, fazer os dois é impossível.


5 – Descanse


Muitos iniciantes cometem o grave erro de achar que no treinamento com pesos, mais treino significa mais ganhos, o que acontece é o contrário, quanto mais treino menos ganhos. O que você tem que manter é um treino frequente, no sentido de treinar os dias necessários e não desistir. Ganho de massa muscular ocorre quando estamos descansando e não quando treinamos, como a maioria dos iniciantes imaginam. Então, sem descanso, sem ganhos. Simples…

Fonte: hipertrofia.org

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Como medir gordura corporal

Sexta-feira 12/08/2011

Conhecer o percentual de gordura corporal do seu corpo é essencial para ter melhores resultados em seus exercícios físicos, porque conhecer  apenas o seu peso não  lhe dá informações suficientes uma vez que o peso é a medida de todos os tecidos incluindo ossos, músculos e gordura.

Altos níveis de gordura corporal estão associados a doenças cardiovasculares, câncer e outras doenças que podem ser  evitadas.

Para medir a gordura corporal em sua casa você vai precisar apenas de um compasso de calibre ou paquímetro.


Como usar ?
1. Para tirar as medidas, faça diretamente sobre a pele, e não através da roupa.

2. Segure o paquímetro em uma mão e puxe a dobra de pele com a sua camada subjacente de gordura com a outra mão.

3. Puxe-o na direção apropriada e continue a manter a dobra como você aplica o paquímetro.

4. Os dentes devem ser de cerca de 1 / 4 “trimestre (de uma polegada) dos dedos de sua mão que está segurando a dobra.

5. Você vai precisar medir 3 diferentes localizações anatômicas. Parte superior do corpo, abdomen e coxa.
Veja o exemplo de medição de dobras cutâneas locais. Com este exemplo você não precisa da ajuda de ninguém.

1. Peitoral
Medir cerca de um centímetro abaixo da clavícula e dois a três centímetros para fora da borda interna do músculo peitoral. Puxe a dobra em uma direção vertical. (as mulheres têm de evitar o tecido do peito)



2. Abdominal
Medir cerca de um centímetro para a esquerda e um centímetro abaixo do umbigo. Puxe a dobra em uma direção vertical.



3. Supra-ilíaca
Medir o caminho entre o umbigo e a parte superior do osso do quadril. Puxe a dobra em uma direção horizontal.



4. Quadríceps
Medir no meio do quadríceps. Puxe a dobra em uma direção vertical. Se o espaço é muito apertado pode ser necessário ir até um a dois centímetros.



Fonte: exercicios-fisicos.com.br

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Aprenda a driblar a fome emocional

Sexta-feira 05/08/2011

Conheça cinco estratégias infalíveis

Buscar conforto na comida para compensar tristezas e frustrações é uma atitude super comum, mas nem sempre a gente percebe que isso está acontecendo. E quando percebe, não consegue se conter. Nessas horas, os alimentos doces e gordurosos, por serem mais saborosos, são os primeiros a serem devorados num zás trás. “Essa fuga pode até proporcionar algum prazer, mas ele é momentâneo e vem sempre seguido de uma grande frustração”, diz a nutricionista Lara Natacci, mestre em comportamento alimentar pela Universidade de São Paulo (USP) e diretora da Dietnet Assessoria Nutricional, em São Paulo.

Felizmente, é possível se controlar diante da geladeira. Conheça cinco estratégias infalíveis:.

1- Identifique o que faz você comer mais – Faça um diário alimentar, relatando tudo o que ingeriu durante o dia, tomando nota até mesmo dos horários de lanches, refeições e eventuais beliscadas. Junto a esse registro, coloque também o sentimento que consegue identificar em cada um desses momentos ou um pouco antes disso –– tristeza, alegria, cansaço... “Ao lado de cada anotação, use uma escala de 0 a 10 para classificar a intensidade da fome”, recomenda Lara Natacci. Depois de alguns dias, observe e procure perceber o que você está comendo, quando e por quê. Trata-se de uma espécie de exercício de autoconhecimento que vai ajudar a frear os ataques de gula.

2- Liste as atividades que gosta de fazer e substitua as guloseimas por uma delas. Nessa relação, devem entrar apenas o que realmente lhe dá prazer. Pode ser dançar, passear com o cachorro, ouvir música, andar de bicicleta, escrever, nadar, cantar e por aí vai. Procure incluir o maior número possível de opções. “Quando vier o impulso pela comida, olhe a lista e tente realizar uma delas”, ensina Lara Natacci. Você vai ver que, na maioria das vezes, dá para fazer essa troca sem dramas e perceber que não é fome o que de fato está sentindo.

3- Faça o teste da fome – Num sábado ou domingo, levante pela manhã e não tome café. Observe quais são as suas reações quando o apetite desperta. Dor de cabeça, um pouco de tontura, mau humor, fraqueza? “Depois desse exercício, quando tiver vontade de comer fora de hora, mas não estiver com uma dessas sensações, a pessoa vai saber que não é fome”, explica Lara. Claro que esse teste só deve ser feito uma vez. E, no dia a dia, ninguém vai precisar esperar por uma dessas reações para, só então, se alimentar. Mas, quando aquela gulodice incontrolável vier à tona, esse pode ser um bom termômetro para sinalizar que é chegado o momento de dizer não aos petiscos.

4- Não armazene guloseimas em casa – O primeiro passo é ir sempre ao supermercado de barriga cheia. Assim, salgadinhos e afins não vão parar no carrinho e na despensa. Sem os quitutes guardados no armário, vão sobrar itens mais saudáveis e menos gordurosos para se satisfazer num momento de fúria. “O risco de exagerar é sempre maior se esses alimentos estiverem ao alcance”, afirma a nutricionista Mariana Del Bosco, responsável pelo Departamento de Nutrição da Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade e da Síndrome Metabólica (Abeso).

5- Evite riscar um determinado alimento do cardápio – Na hora de escolher o que comer, inclua sempre um mix de alimentos que fornecem todos os nutrientes de que precisamos, como vitaminas, minerais, gorduras, carboidratos e proteínas. Estudos provam que restrições severas provocam exageros depois, e o resultado acaba sendo bem pior. É aí que entra o famoso efeito sanfona. Por isso, não pense em cortar radicalmente açúcar ou chocolate, por exemplo. Basta diminuir o consumo. “Quando há a restrição, geralmente logo em seguida vem a compensação, e isso é péssimo”, diz a nutricionista Lara Natacci.

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